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quinta-feira, 24 de abril de 2025

SEPE alerta sobre um fakesulta nas escolas do estado.


O SEPE-RJ cobra da SEEDUC transparência, diálogo real e respeito à comunidade escolar no processo de “Consulta Colaborativa” da Seeduc para escolha da Matriz Curricular.
⚠️ A consulta, apresentada como "colaborativa", ignora propostas construídas coletivamente por professores(as) e estudantes.
 📉 Sem escuta efetiva, com formulários tendenciosos, prazos apertados e decisões já encaminhadas pela gestão, o processo se afasta dos princípios da gestão democrática e da valorização da escola pública.
✊ Reivindicamos:
 ✅ Inclusão da matriz curricular elaborada pelo SEPE
 ✅ Escuta ativa e coletiva nas unidades escolares
 ✅ Publicização dos critérios e responsáveis técnicos
 ✅ Valorização de todas as disciplinas da formação básica
 ✅ Transparência e participação de verdade!
📚 Educação se constrói com diálogo, respeito e democracia!

Produzido a parir da deliberação em Assembleia pelo Grupo de Trabalho Contra a Reforma do Novo Ensino Médio do SEPE RJ.

sábado, 5 de março de 2016

Vai ter Estudante na RUA sim!

O movimento estudantil está participando ativamente e de Nota do SEPE sobre o apoio dos estudantes à greve na rede estadual de Educação



Nossos alunos são os principais prejudicados com os cortes de verbas na Educação e é inadmissível que ainda sofram qualquer tipo de assédio ou ameaça, como faltas, por exemplo.

No dia 10 de março, o Sepe terá audiência com a SEEDUC e nela pautaremos as denúncias que temos recebido com relação a essa questão.
Reforçamos que o SEPE é um Sindicato de Trabalhadores da Educação e não organiza o movimento estudantil, mas presta solidariedade e apoio à mobilização dos estudantes.
Como educadores, nada nos causa mais satisfação do que ver que o aprendizado da luta pela educação transcende as salas de aula e os muros da escola pelas mãos de nossas alunas e alunos.

Os estudantes têm nosso total apoio.

Profissionais da Educação da Rede Estadual do Rio de Janeiro


(Fonte: http://seperj.org.br/ver_noticia.php?cod_noticia=6734)

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Educação em Greve a partir deste dia 2 de Março. E agora?

Fonte: SEPE-RJ
Agorá é Greve!
Em Assembléia Geral os trabalhadores da educação do Estado do RJ decidiram por iniciar uma Greve a partir deste dia 2 março, por conta de uma série de ataques do governo contra a educação e os servidores do Estado. Dentre os ataque destacam-se: o congelamento de salários, ameaças ao pagamento dos servidores, mudança da previdência social e cortes orçamentários na área da educação. Para além dos problemas recentes existe uma antiga e extensa pauta de reivindicações que incluí: o cumprimento da lei de 1/3 de planejamento para professores, a redução do número de estudantes por sala, reajuste salarial, concurso para funcionários, 2 tempos de aula para todas as disciplinas, climatização e etc.

O que é Greve e para que serve?

A Greve é um direito do trabalhador, conquistado historicamente por meio de muitas lutas sociais. Ela é um recurso que consiste na suspensão das atividades de trabalho; no caso das greves da educação, a suspensão de todas as atividades escolares exercida pelos grevistas (sejam eles professores ou outro tipo de funcionário). A Greve tem como objetivo dar visibilidade aos os problemas da educação e as reivindicações dos educadores. Ela é uma estratégia de luta que funciona como instrumento de pressão sobre os governos e instituições responsáveis pela administração da educação pública, no sentido de forçar as autoridades a atendarem as demandas relacionadas a defesa e melhoria da educação. 

Para entender sobre o direito de Greve: http://seperj.org.br/ver_noticia.php?cod_noticia=6699

Para entender mais sobre o instrumento da Greve: http://www.infogreve.com.br/entenda-a-greve.html#!/2

Mantenha-se informado pela organização dos trabalhadores em luta: http://seperj.org.br/

Enquanto Estudante ou responsável o que tenho a ver com isso? 
Protesto de alunos e professores no Colégio Mendes de Moraes por conta
de calor e falta de climatização nas salas de aula
Sempre o movimento grevista é apresentado de forma negativa pela grande mídia, que na maioria das vezes tem relação intima com os governos e instituições de poder ao qual os grevistas estão a contrapor. No entanto, para além da ideia de senso comum de que "Greve prejudica a população" existe uma complexa realidade. Foi por meio da luta por Greve que os direitos trabalhistas foram conquistados (13°, férias, jornada de trabalhos, salário mínimo e etc) e é por meio desta ferramenta de luta que os trabalhadores lutam por condições de trabalho e para rechaçar ataques aos direitos trabalhistas e sociais. Para que exista mudanças e melhorias em nossa sociedade é necessário que exista mobilização e luta sociais que apontem neste sentido. 

Muito se fala na imprensa sobre a interrupção das atividades de sala de aula, mas pouco se fala sobre o dano social que é perpetuar os problemas que hoje temos na educação pública aceitando passivamente sem  qualquer tipo de enfrentamento e criticidade. 

Os problemas da educação não são problemas apenas dos professores e funcionários das escolas, mas sim dos estudantes, pais e toda comunidade escolar e sociedade. Desta forma problemas como educadores mau pagos, escolas caindo aos pedaços, falta de climatização (ar-condicionados e ventiladores), precisam ser enfrentadas por toda sociedade. 

Contamos com o apoio de toda a sociedade a nossa luta pela defesa e melhoria da educação pública!

Confira o documentário sobre a última Greve da Educação no Estado do RJ.


segunda-feira, 9 de maio de 2011

Registro da última assembléia do SEPE


A assembléia.
Na quinta feira dia 5, aconteceu na sede da ABI (Associação Brasileira de imprensa) uma assembléia dos profissionais da educação. Dentre as muitas coisas deliberadas neste encontro foi aprovado o repúdio ao plano de metas do Estado (entendido como algo que vai servir para coagir e maximizar a exploração dos professores nas escolas), o boicote ao lançamento de notas virtual (que é mais uma burocracia problemática que confundi e aumenta o trabalho dos docentes) e estado de greve já (ou seja, desde já fica avisado aos governantes que se as coisas na educação não melhorarem as escolas vão parar).
Reflexão sobre a assembléia foi:

 A assembléia foi aberta com um ato indígena muito interessante. Que ao meu ver mostra que o sindicato tenta mesmo que frágilmente romper com o tradicionalismo e ortodoxia sindical.
 Apesar da abertura favorável, em quase todas as falas era notória a cultura política anacrônica e cristalizada a qual nosso sindicato esta prezo. Perdi a conta das vezes que professores que ocupam a direção do sindicato tentaram dividir os docentes entre vanguarda (aqueles que se aliam ao discurso da diretoria) e massas (aqueles que deveriam comprar tal discurso). Um fator bem interessante a ser apontado foi o aumento das falas críticas que partiram de grupos alternativos que ali ainda possuem mais poder. Acredito que uma nova leva de professores está modificando um pouco da "cara das assembléias" do SEPE, e isso é muito bom.

Na assembléia se decidiram posturas importantes e favoráveis aos docentes.
Tais como:
O repúdio ao plano de metas e boicote ao conexão educação. No entanto boicotar o sistema de lançamento de notas ainda é complicado (pois não contamos com suporte jurídico para nos defendermos de punições dos órgãos do governo diante tal boicote).

Em relação a greve, com certeza é uma decisão importante. Algo radicalizado tem realmente de ser feito. Contudo a greve poderá se mostrar um instrumento eficiente, se o sindicato conseguir mobilizar grande parte dos professores a pararem (se param poucos, o instrumento fica banalizado e se demonstra ineficiente), outra coisa importante é pensarmos a greve como greve de ocupação (ou seja, nada de professores entrando "em férias". Parando o trabalho de forma banal).
Para a greve dar certo é preciso que os grevistas tomem as ruas com atos, freqüentem as escolas para divulgar os objetivos da greve e da luta. se isso não acontecer mais uma vez a opinião pública (que é gerada pelo péssimos e parciais meios de comunicação que temos) vai jogar a população contra a greve e o tiro sairá pela culatra.
"SER RADICAL É TOMAR AS COISAS PELA RAIZ" (KARL MARX)

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