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sexta-feira, 9 de outubro de 2026

Quiz ENEM Filosofia Medieval

Quiz ENEM e Filosofia Medieval

Questão: 1 / 14 Tempo: 0s
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domingo, 24 de julho de 2022

Gameplay de nosso canal no Youtube: toda terça às 20h.

A partir deste mês de Julho começaremos nossas lives de gameplay no canal pensamento radical. A ideia é pegar alguns jogos reflexivos, artísticos e com uma pegada legal para jogar e comentar.
Quem gosta de Game: todas terça-feira às 20h no canal Pensamento Radical.

 

quinta-feira, 2 de setembro de 2021

Games são sinônimo de Alienação e Sedentarismo?

 No bate papo discutimos um pouco sobre a cultura dos games, rebatendo alguns entendimentos conservadores e de senso comum sobre o assunto. É verdade que Vídeo games é necessariamente um vetor de alienação? Vídeo games são necessariamente um caminho para o sedentarismo? Como conciliar educação crítica, games e uma vida saudável?

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Aprendendo com games: Conheça a Grécia Antiga com Assasin's Creed Odyssey


A Franquia Assasin's Creed é conhecida por levar os jogadores a vários momentos importantes da história. O jogo já retratou as cruzadas, a renascença, a revolução americana, a revolução francesa, a revolução industrial, o Egito antigo e no título mais recente a Grécia antiga durante a guerra do Peloponeso (Assassin’s Creed Odyssey). O Game em si é uma aula de história, pois apresenta acontecimentos e personagens históricos de forma cativante para quem se aventura com o controle na mão. No titulo anterior, dedicado ao Egito a franquia estreou um modo de "estudo"chamado "Discovery Tour", onde o jogador podia percorrer os cenários do jogo colhendo informações históricas precisas sobre o Egito. Uma fantástica viagem no tempo, um grande tour virtual educativo por monumentos e lugares.



Depois de lançar para o último título um fantástico modo de criação de historias onde os jogadores podiam criar suas próprias aventuras e compartilha-las pela internet, a desenvolvedora do game Ubisoft anunciou que irá lançar neste dia 10 de setembro o Discovery Tour de Assassin’s Creed Odyssey. Novamente a franquia promete oferecer ao jogador a possibilidade de explorar locais históricos de forma guiada, desta vez podendo dar ênfase a 5 temáticas: Filosofia, locais históricos, vida cotidiana, Guerra e mitologia. Serão 300 estações educacionais em todo mapa do jogo que retrata com bastante fidelidade o mundo helênico.

Games não são necessariamente inimigos da educação, temos aqui mais uma prova de como os jogos eletrônicos podem contribuir com a formação dos jovens.
Para quem gosta de Games e tem sede por conhecimento é uma boa oportunidade para aprender mais.


Saiba mais.

quarta-feira, 13 de março de 2019

Suzano. A culpa não é dos Games!

A culpa do atentando em Suzano ocorrido neste dia 13 de março é culpa dos games. O discurso conservador que se volta a demonizar a indústria de entretenimento pela ação criminosa de dois jovens atiradores aponta para uma estratégia retórica de desvio de foco. É sabido por
diversos estudos que jogos eletrônicos não são responsáveis diretos por estimular crimes e desvirtuar a juventude, quem tenta culpabilizar os games por atentados como o deste dia 13 fazem de má fé.

Não podemos nos deixar enganar por esta cortina de fumaça. Os assassinos da escola em SP faziam parte de grupos de ódio que se organizam clandestinamente pela internet. Inclusive planejaram a execução do crime com ajuda destes fóruns, tal como o atirador do colégio no Bairro de Realengo no RJ. Os "atiradores" foram identificados nas redes sociais como entusiastas do nazismo e da figura belicista do presidente Bolsonaro. Todos elementos apontam para um atentado ideológico de extrema direita, motivado por uma visão misógina de sociedade. Não é hora de fazer todo este esforço para criminalizar games, mas sim de discutir a cultura do ódio e do preconceito que encontra apoiadores até dentro dos governos e autoridades.

Alguns links interessantes: 
Somos violentos por causa dos jogos ou os jogos sao violentos por causa de nos? 

 Ainda sobre games e violência?

 Incel e massacres em escolas.

 Estudo de 10 anos de duracao comprova videogames não provocam violência.

Games violentos não estimulam comportamentos violentos aponta estudo.


O que as redes sociais dizem sobre um dos atiradores de suzano.


Atiradores de suzano cultuavam nazismo e pena de morte



quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Rainbow Six Siege: Operação Skull Rain. Um game para naturalizar a criminalização da pobreza no Brasil.

Em um período onde o Estado massacra as favelas do Rio e Janeiro para garantir o teatro olímpico a Ubisoft Brasil lançam uma versão especial do game "Rainbow Six Siege" onde você joga com um integrante do BOPE que mata e tortura pessoas dentro das favelas. A naturalização do genocídio de pobres e negros através da alta tecnologia de entretenimento. No trailer do jogo muitos jargões alienados de apologia a violência policial, um personagem central com acara pintada como uma caveira e o anuncio de um modo de jogo de "tortura". Esta aí um exemplo de jogo que deve sim ser criticado por todos aqueles que defendem os direitos humanos e lutam contra o genocídio de pobres e negro nas periferias.


Em "Assassin Creed 3" a mesma empresa já tinha passado um papelão ao retratar o Brasil de forma tosca e estereotipada, e pedido desculpas publicamente por isso.  No que diz respeito a violência urbana no Brasil a empresa Rockstar trabalhou de forma mais acertadaem "Max Payne 3". O protagonista do game enfrenta políticos e empresários corruptos que financiam milicianos e traficantes em uma trama que satiriza a desigualdade social e o controle violento do Estado sobre a população.  
Imagem do game Max Payne 3

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Realidade aumentada, geolocalização e game: entendendo os fundamentos de PokémonGo


Um bom vídeo sobre a tecnologia de R.A e o game PokémonGo. Realidade aumentada, geolocalização e game, o uso de tecnologias que podem modificar a forma que lidamos com o espaço e realidade.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

"Life is Strange" um belo jogo que rompe com o padrão alienante e sexista da indústria de Games.

"Life is Strange" é um um jogo PC,PlayStation 4, PS3, Xbox One e Xbox 360 que coloca o jogador no controle de uma adolescente chamada Max. Ao longo de uma história adolescente trágica dividida em 5 capítulos a personagem tem de escolher entre diversas ações possíveis, e por meio delas definir o rumo de sua vida levando em consideração o resultado de suas ações sobe aqueles que lhe cercam.

Um ótimo jogo que trabalha o tema da liberdade para além do senso comum, relacionado a capacidade humana de julgar a responsabilidade que inevitavelmente é proveniente dela. Desta forma o game rompe com um padrão niilista comercial tão comum a indústria de games. Max não é um personagem poderoso que pode fazer tudo aquilo que quer sem sofrer consequências tal como protagonistas de muitos jogos de sucesso. O game obriga o jogador refletir sobre suas ações sem poder ignorar os valor ético, político e sociais presentes na trama ficcional. Em "Life is Strange" o "poder" é também responsabilidade e cada escolha do jogador o leva a desfechos diferentes, muitas vezes a resultados realmente trágicos. 

Contrariando sensacionalismo e superficialidade tão comum a indústria de games o jogo consegue discutir temas polêmicos e fortes de forma qualificada, trabalhando muito bem o mundo de transformação e descobertas da adolescência. Nele temas como sexo, drogas, estupro, opção sexual são inseridos de forma orgânica na história e lidar com eles é uma tarefa esclarecedora.

A cultura machista e sexista de protagonistas femininas semi nuas e hiper sexualizadas também é contrariada em Life is Strange. Max não se enquadrada nos esteriótipos da indústria de games: ela não é uma protagonista seminua e muito menos uma "mulher burra" que esta ali como coadjuvante apenas para ajudar (ou atrapalhar) o mocinho. Fato que não a torna menos encantadora, muito elo contrário! Na verdade a ideia batida de donzela em perigo pronta para ser salva pelo mocinho também é subvertida por meio de um enredo e romance complexo e rico. Assim como Max todos os personagens possuem profundidade psicológica e "existencial" temos como personagens: mauricinhos e patricinhas mimadas, jovens revoltados com problemas familiares, nerds com problema de interação social, vítimas de Bullying, alcoolátras, neuróticos vindo da guerra e até mesmo abusadores. Tudo isso em meio a uma "realidade" machista, preconceituosa e de diferença social.   

"Life is Strange" prova que existem alternativa inteligentes e educativas a cultura machista e niilista da indústria de Game contemporânea. 
Vale muito apena jogar este game que em jogabilidade e graficamente também é fascinante. 

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Assasin's Creed Syndicate, "Roubar dos ricos é considerado crime, mas roubar dos pobres é apenas Capitalismo".

É interessante perceber que a temática desta franquia de games milionária foca-se em personagens subversivos. Depois de colocar o jogador na pele de um pirata "anarquista", um nativo americano, , uma ex escrava, e revolucionários da Bastilha.  O mais recente jogo "Assasin's Creed Syndicate" se passará durante o período da revolução industria, e já pelo Trailer podemos perceber um viés critico na leitura deste período da história.

Fica aqui a dica para amantes de games e também para educadores interessados em discutir este período critico de nossa história.


terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

A era do Videogame: Uma análise histórica e social do fenômeno dos vídeo games.

" A era do videogames" é uma série que conta a história do avanço da tecnologia dos vídeogames procurando as bases materiais para tal fenômeno. Com foco na conjuntura política e social que permitiu ao longo das décadas o avanço da influência dos games na sociedade. De tecnologia da guerra fria a fugas psicológicas da realidade virtual, do entretenimento a ferramentas militares e educativas.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Mito e ideologia: Reescrevendo a História em "call of duty black ops 2"

O jogo Call of Duty Black ops II promete apresentar um lado obscuro do exército norte americano, inserindo os jogadores em dois momentos históricos diferenciados. O primeiro momento se dá em um passado histórico recente de batalhas na Africa, América Central e Oriente Médio. Um segundo momento, em um futuro fictício próximo onde é eminente uma guerra global cataclísmica.

No entanto, desde o início do jogo fica claro que este não foge em nada ao clichê maniqueístas de jogos de guerras produzidos pela indústria estadunidense do entretenimento. Ou seja, atuação em combates contra inimigos malignos a serem enfrentados pelo bem intencionado exército americano. Exército que em determinados momentos pode até se equivocar, mas que sempre vem a representar a força do bem, da democracia e liberdade que com coragem única enfrenta as ameaças globais que poderiam levar o mundo ao caos e ao autoritarismo.

O inimigo principal do jogo desta vez é Raul Menendez, um personagem fictício que mistura quase todas as encarnações do "inimigo americano". Um psicótico, fanático, terrorista-comunista, guerrilheiro sul-americano que é amigo dos Árabes e da China. Sua motivação pessoal é vingar sua irmã (Josefina) ferida em meio a um incêndio criminoso realizado por empresários norte americanos na Nicarágua, e posteriormente assassinada devido a acontecimentos envolvendo a presença do exército norte americano na América Latina. É claro que ao longo do jogo a responsabilidade dos americanos pelo acontecimento envolvendo Josefina é dissolvida na trama como fruto de opções equivocadas de comando e ações individuais de soldados. Pois a todo momento é importante afirmar a legitimidade das ações dos norte americanos nas lutas na America Latina assim como em outras batalhas controversas pelo globo.

domingo, 19 de junho de 2011

domingo, 1 de maio de 2011

Novo Jogo sobre Mitologia para Xbox 360

 360Mais um jogo que coloca o jogador como protagonista de momentos importantes da mitologia grega. Em Warriors Legends of Troy você controla heróis da Guerra de Troia. Guerra narrada pelo poeta Homero no livro Ilíada, um clássico da literatura mundial que fundamentou a cultura grega antiga no qual a filosofia se desenvolveu.

Bons gráficos e uma adaptação interessante da história de Homero fazem o jogo valer. Mais uma prova que vídeogame pode ser uma ferramenta para educar.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Filosofia, mito e jogos de vídeogame

Todos sabem que vídeogame são muito populares entre os jovens. Muito se fala sobre os pontos negativos deste tipo de aparelho de entreterimento. No entanto, se observarmos a questão de forma aberta e sem preconceito podemos perceber que os jogos de vídeogame podem contribuir positivamente com a formação dos estudantes. Atualmente governos e instituições se dedicam a criar jogos educacionais para aproximar o conhecimento ciêntifico do cotidiano dos estudantes(em história, temos um projeto de jogo sobre a cabanagemem, em física e matemática diversos jogos em flash pela internet). No que toca a disciplina Filosofia vemos em muitas oportunidades a utilização dos mitos gregos para construção dos jogos.

Abaixo alguns exemplos destes jogos.

God of War
Neste conhecido game o jogador controla um personagem inventado exclusivamente para o jogo, no entanto, o game é ambientalizado na grécia mitológica e conta com muitos personagens oriundos da mitologia grega. Em alguns pontos da história do game podemos ver através de elaboradas animações computadorizada versões para trechos da mitologia (como por exemplo a história de Zeus e o tormento de prometeu).



Age of mythology
Neste jogo de estratégia o jogador controla um personagem inventado pelos criadores do jogo. O enrredo do jogo estárelacionado a guerra de Troia e em muitos momentos podemos ver personagens e fragmentos narrativos da mitologia grega.
"SER RADICAL É TOMAR AS COISAS PELA RAIZ" (KARL MARX)

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